Associação de Cidadãos do Porto http://www.acdporto.org Mon, 13 Jun 2011 13:28:27 +0000 http://wordpress.org/?v=2.7 en hourly 1 Rescaldo http://www.acdporto.org/2011/06/13/rescaldo/ http://www.acdporto.org/2011/06/13/rescaldo/#comments Mon, 13 Jun 2011 13:24:41 +0000 acdporto http://www.acdporto.org/?p=1100
  • Cidades pela Retoma Num momento de particular dificuldade económica e financeira do país,...
  • José Carlos Mota no Porto em Conversa [caption id="attachment_1037" align="aligncenter" width="498" caption="José Carlos Mota, fundador do Projecto...
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    No Público. Mais sobre o Cidades pela Retoma no Porto aqui.

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    2ª Conferência Cidades pela Retoma no Porto http://www.acdporto.org/2011/05/31/2%c2%aa-conferencia-cidades-pela-retoma-no-porto/ http://www.acdporto.org/2011/05/31/2%c2%aa-conferencia-cidades-pela-retoma-no-porto/#comments Tue, 31 May 2011 10:17:44 +0000 acdporto http://www.acdporto.org/?p=1079
  • Cidades pela Retoma Num momento de particular dificuldade económica e financeira do país,...
  • José Rio Fernandes no Cidades pela Retoma O Vitor Silva já disponibilizou no Porto em Conversa o...
  • Vitor Silva no Cidades pela Retoma Já está também disponível no Porto em Conversa a apresentação...
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    Depois do sucesso da primeira edição, a Associação de Cidadãos do Porto e o Porto24 estão a organizar um novo evento Cidades pela Retoma no Porto.

    Vai ser já nos próximos dias 3 e 9 de Junho (Sexta e Quinta-feiras), no Auditório do P.INC:  Pólo de Indústrias Criativas – UPTEC. Ficam os detalhes.

    2ª Conferência Cidades pela Retoma Porto

    A segunda conferência Cidades pela Retoma no Porto é dedicada a projectos que estão a nascer na Cidade numa altura de grande crise e incerteza. Serão duas conversas em torno de projectos desafiadores, de natureza empresarial ou cívica, promovidos por cidadãos e pautados pela criatividade.

    3 Junho (21h00-23h30)

    Boas-vindas | Miguel Barbot | ACdP

    Reabilitação Low-cost | Filipe Teixeira | Plano BLow-cost Houses

    A criatividade em tempo de crise: caso FilmesdaMente | Nuno Rocha e Victor Santos | FilmesdaMente

    Projecto Es.Col.A | João Taborda e Ewelina | Es.Col.A: espaço autogestionado do Alto da Fontinha

    9 junho (21h00-23h30)

    Boas-vindas | Vitor Silva | ACdP

    Media pela Cidade | Ana Isabel Pereira | Porto24

    Por uma reabilitação urbana Open Source | Adriana Floret e David Afonso | Floret Arquitectura

    Ideias para a Cidade | Alexandre Ferreira e Pedro Menezes Simões | ACdP

    Global City 2.0 e encerramento | José Carlos Mota | Cidades pela Retoma

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    Associação de Cidadãos do Porto

    A ACdP é uma organização informal e aberta a todos os cidadãos preocupados com o futuro do Porto, que tem como um dos seus objectivos criar pontes entre as pessoas e grupos que de alguma forma intervêm no sentido da melhoria da qualidade de vida na Cidade.

    WebFacebook

    Porto 24

    A Porto24 é uma rede de informação local dedicada ao Grande Porto. Nasceu em Dezembro de 2010 e inclui um jornal, o Porto24, uma revista de arte cultura e lazer, a Praça, e um guia de locais, o Locais. Cada utilizador da rede Porto24 tem uma página de perfil onde, entre outras coisas, pode guardar notícias e reportagens para ler mais tarde, recomendar conteúdos a outros utilizadores, criar grupos de interesse e seguir a actividade de outros membros da comunidade. O projecto tem uma forte componente multimédia e quer estar próximo dos seus utilizadores.

    www.porto24.ptpraça.porto24.ptlocais.porto24.ptcomunidade.porto24.pt

    Movimento Cidades pela Retoma

    O Cidades pela Retoma é um movimento cívico dedicado a discutir e promover o papel das cidades em tempos de transição dos modelos sociais e económicos. Parte do princípio de que as cidades são um contexto especialmente indicado para produzir inovação social criativa, rápida e profunda.

    Foi desenvolvido no espírito do Ano Europeu do Voluntariado para promover uma cidadania mais activa e tenta envolver cidadãos, grupos e instituições em todo o mundo. Para isso, montou o projecto Global City 2.0, um ‘mapa’ mundial de sites e blogs sobre temas e problemas urbanos, da escala da rua à da cidade, promovidos por gente empenhada em pensar colectivamente sobre o futuro dos sítios em que vive e trabalha. O objectivo é promover a troca de conhecimentos e experiências e fazer circular ideias e soluções que, venham de onde vierem, possam ser aplicadas localmente. O Movimento está representado em todo o País.

    WebFacebook

    ________________________

    Auditório do P.INC:  Pólo de Indústrias Criativas – UPTEC | Praça Coronel Pacheco, 2, 4050-453 Porto

    Inscrições: acdporto@acdporto.org

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    PROTESTO E PROPOSTA: O futuro do Mercado do Bom Sucesso http://www.acdporto.org/2011/05/25/protesto-e-proposta-o-futuro-do-mercado-do-bom-sucesso/ http://www.acdporto.org/2011/05/25/protesto-e-proposta-o-futuro-do-mercado-do-bom-sucesso/#comments Wed, 25 May 2011 14:54:55 +0000 acdporto http://www.acdporto.org/?p=1076 É preciso que tudo mude, para que tudo possa ficar como está, já dizia Lampedusa (primeiro) e mais umas dezenas de comentadores (depois), a respeito de tudo e de nada. Esta constatação aplica-se bastante bem à discussão sobre o mercado do Bom Sucesso, assim como à maioria dos espaços da cidade onde a falta de imaginação e a lei do menor esforço se aliam para definir as soluções menos interessantes e mais conformistas para a sua regeneração.

    Ninguém duvida que um mercado de frescos tradicional deixou de ser um tradicional mercado de frescos. E que a “população” tem mais sítios onde ir, uns melhores, outros mais baratos, outros mais funcionais. Isto é assim em qualquer parte do mundo; só que a população não é uma entidade homogénea, e os estudos ou intuições sobre “o que as pessoas querem” não têm muito valor numa socidade complexa e variada. Por isso, nem colhe o argumento de que o “mercado tradicional” deixou de fazer sentido numa sociedade moderna e automobilizada, nem o de que há que lutar contra as cedências “ao capital” contra o serviço público da população. O primeiro faz de conta que só existe um tipo de pessoas e de hábitos, o segundo finge que a ideologia e a classe social influenciam a nossa compra de frutas e legumes.

    O problema é outro, e tem a ver com as funções PARALELAS presentes na cidade, que servem ricos, pobres e remediados, turistas, residentes e city-users. Tal como a existência de analfabetos não invalida a necessidade de ter universidades, é a questão pragmática da diversidade, da acumulação, e até de alguma “redundância necessária” que importa discutir. Para além, claro, da questão patrimonial, amplamente defendida por arquitectos e outros profissionais preocupados com o modo como uma proposta formal excessivamente afirmativa desvirtua em absoluto as características essenciais do mercado. E não, a “fachada” não é o mais importante. Aliás, o fachadismo teve o seu tempo: é preferível pintar a fachada do mercado de rosa-choque e manter aquele espaço interior iluminado e íntegro, a usar o velho truque da “caixa dentro da caixa” para atafulhar o mercado de volumetrias insólitas.

    Finalmente, a ideia de que o acesso aos escritórios e serviços “obriga” as pessoas a passar necessariamente pelas poucas bancadas que restarem enferma de uma visão de mercado-jardim-zoológico (para subir ao mezzanine e espreitar o ‘exótico’) que vale tanto como dizer que a indústria têxtil do Porto está viva nas maquinetas do NorteShopping.

    Por tudo isto, há que passar do protesto à proposta, e aprender com cidades que já regeneraram os seus mercados e fizeram deles fontes de diversidade social, oferta comercial paralela, rentabilidade e turismo. Ficam algumas sugestões:

    1. Modernizar a oferta dos mercados da cidade através de ‘especializações’ paralelas e variáveis: produtos gourmet, mas também frutas frescas, happy hours de sumos naturais, produção biológica, gastronomia de outros continentes e culturas, etc.
    2. Em função da localização, apontar a divulgação e a oferta ora para residentes, ora para turistas, ora para city-users. Os mercados não servem todos o mesmo público (e o ‘povo’ não está sentado à espera para lá ir).
    3. Funcionamento em rede: criar uma rede ‘oficial’ de mercados da cidade, a partilhar recursos, eventos e públicos, tornando eficaz a gestão e transmitindo uma ideia de dimensão e massa crítica, que pode até ser exagerada, mas é útil.
    4. Em horários alargados e versáteis, levar todo o tipo de eventos aos mercados. Numa cidade que passa o tempo a organizar eventos, feiras e congressos ligados à gastronomia e vinhos, porque não aproveitar a Essência do Vinho, o Porto.come, a Rota do Gosto, os congressos internacionais de gastronomia, as dezenas de workshops, provas de vinhos, apresentações de escolas de hotelaria e de restaurantes, etc.? Tudo isto podia ser realizado na rede de mercados do Porto, de forma rotativa. Basicamente, centralizar tudo o que tenha a ver com gastronomia e vinho, um dos pontos fortes da cidade, como forma de actualizar as funções dos mercados, com consequências óbvias na atitude (e na renovação geracional) dos vendedores, nos horários de funcionamento, no tipo e diversidade de públicos e na rentabilidade.
    5. Finalmente, integrar estes espaços nas redes europeias e mundiais de mercados de frescos (que existem) e com isso partilhar produtos, divulgação, programas educativos, etc.

    Ou seja, trata-se de assumir a diversidade, compreender os novos tempos, aprender com quem já passou pelos mesmos desafios, não transformar tudo em batalhas ideológicas e, principalmente, usar a imaginação para perceber que os hábitos das pessoas não são tão regulares como as estatísticas mostram e que a cidade ‘social’ muda muito mais depressa do que a sua correspondente ‘física’.

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    http://www.acdporto.org/2011/05/25/protesto-e-proposta-o-futuro-do-mercado-do-bom-sucesso/feed/
    Tratamentos diferentes para coisas diferentes http://www.acdporto.org/2011/05/11/tratamentos-diferentes-para-coisas-diferentes/ http://www.acdporto.org/2011/05/11/tratamentos-diferentes-para-coisas-diferentes/#comments Wed, 11 May 2011 10:12:34 +0000 acdporto http://www.acdporto.org/?p=1071

    Voluntários recuperam o edifício.

    “Tratamentos diferentes para coisas diferentes” foi o soundbyte lançado por Rui Rio como reacção às medidas impostas pelo FMI, BCE e CE às autarquias. Outra expressão utilizada para classificar as medidas foi “idiotice”.

    Ontem, 10 de Maio, a CMP deu ordem de despejo ao grupo de voluntários que dinamizava o projecto ES.COL.A, iniciativa que devolveu a vida a um cancro no centro de uma comunidade na Baixa do Porto.

    Com o projecto ES.COL.A, estava a ser recuperada uma antiga escola primária, abandonada pela CMP há 5 anos e que até então tinha sido alvo de vandalismo e de outro tipo de ocupação menos social.

    O projecto ES.COL.A conta com o amplo apoio dos vizinhos, que acolheram com muito agrado a generosidade de todos os voluntários que se ofereceram para recuperar a escola, o seu acervo bibliográfico, dar aulas gratuítas e inclusivamente apoio pós-escolar às crianças da comunidade. Na ES.COL.A funcionava também a Cicloficina, projecto com o objectivo de ajudar aqueles que pretendem optar por um meio de transporte mais eficiente.

    A acção de despejo foi conduzida, não pacificamente, pela Polícia Municipal do Porto e Corpo de Intervenção, com um aparato policial nunca visto no Bairro da Fontinha, tendo sido detidos 7 voluntários do projecto.

    A Associação de Cidadãos do Porto vem assim manifestar o seu repúdio pela acção de despejo dum edifício e pela decapitação de um projecto social, que, numa época de grande crise e de constrangimento financeiro em todo o sector Público, se tinha revelado como uma forte mais valia para a comunidade onde se insere.

    A CMP, alega que o despejo foi consequência do facto de existir um outro projecto para o local, o que nos faz levantar as seguintes questões:

    1. Sendo a CMP pródiga em propaganda, porque é que o projecto não é conhecido do público?

    2. Quantas outras escolas existem na mesma situação, que poderiam acolher este projecto secreto?

    3. O projecto secreto vai apresentar as mesmas mais valias para a comunidade, a custo zero?

    Devolvemos assim o soundbyte a Rui Rio, com uma ligeira distorção, exigindo um “Tratamento diferente para uma coisa que faz a diferença”.

    Apontadores

    Blog da ES.COL.A e o processo de recuperação do edifício.

    Ver como a escola vai provavelmente voltar a ficar na Cidade Deprimente.

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    Notícias:

    • Sete elementos do movimento ES.COL.A do Alto da Fontinha, foram despejados e detidos pela polícia. Aqui.
    • A polícia apreendeu um disco com imagens registadas esta manhã durante a operação de despejo da ES.COL.A do Alto da Fontinha, que envolveu cerca de 20 agentes. Aqui.
    • Moradores da Fontinha contra acção de despejo: “Antigamente eram seringas, drogas, tudo e desde que este grupo veio para aqui foi uma limpeza. Tínhamos professores que vinham dar aulas às crianças gratuitamente.” Aqui.
    • “Materiais de construção, didácticos, tintas”, entre outras coisas, lotaram o pátio da antiga escola primária. O futuro da Es.Col.A está agora nas mãos da autarquia mas, na opinião de António Cunha, “vai voltar à vida que teve nos últimos cinco anos”. Aqui.
    • Despejo da ES.COL.A motiva campanha de solidariedade. Aqui.
    • Antes emparedado do que ocupado: “Um grupo de pessoas decidiu ocupá-la (a escola), reabilitá-la, recuperar o acervo abandonado da biblioteca e desenvolver, em conjunto com a população, um projecto educativo com as crianças do bairro (aulas de inglês, história e geografia; ateliês de xadrez, guitarra e ioga).  O presidente da Câmara Municipal do Porto, Rui Rio, não apreciou a ousadia e tratou de mandar despejar os ocupantes e acabar com essa esquerdice de desenvolver projectos sociais e educativos com as populações, de devolver os espaços públicos às pessoas.” Aqui.
    • Quando a democracia é uma vala comum. Aqui.
    • Escola da Fontinha: PS e Bloco de Esquerda criticam despejo dos ocupantes. Aqui.
    • ES.COL.A mantém actividades no Largo da Fontinha. Aqui.
    • Reportagem na RTP. Aqui.
    • Reportagem na SIC. Aqui.

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    http://www.acdporto.org/2011/05/11/tratamentos-diferentes-para-coisas-diferentes/feed/
    Intervenção na Quinta Musas da Fontinha http://www.acdporto.org/2010/12/02/1053/ http://www.acdporto.org/2010/12/02/1053/#comments Thu, 02 Dec 2010 17:27:13 +0000 Miguel Barbot http://www.acdporto.org/?p=1053

    fontinha1

    Actualização: devido às condições atmosféricas verificadas no dia 1 e previstas para o dia 8, a intervenção  foi novamente adiada para data a indicar.

    O encontro é às 10:00 na Associação Musas  (Rua do Bonjardim, nº n.º 998 no Porto).

    __________

    A Associação Musas,  em Conjunto com a ACdP e com o Movimento Terra Solta, vai promover um encontro informal no próximo dia 1 8 de Dezembro na Associação Musas, com o objectivo de planear uma estratégia conjunta para a “Quinta Musas da Fontinha”.

    Para além das Associações e Movimentos, o convite está aberto a amigos que possam ser úteis para elaboração deste plano de intervenção comunitária, nas áreas da agricultura urbana e inserção social, entre outras.

    Programa de Trabalhos:

    10:00 – Encontro no Musas

    10:30 – Levantamento do Terreno*

    12:30 – Almoço Vegetariano de partilha**

    14:00 – Apresentação das Associações e suas ideias para o espaço

    16:00 – Inicio de redacção de ideias envolvidas e Planograma

    18:00 – Fim dos trabalhos – Convívio

    *Levantamento de terreno

    Tragam roupa e calçado apropriado.

    Agradece-se a todos os participantes, que tragam equipamentos úteis tais como:

    - Fita métrica, bússola, altímetro, plantas e claro se tiverem GPS era extraordinário,…

    - Quem tiver roçadora, Motosserra ou mesmo uma Catana são bem vindos….

    - Equipamento de fotografia, video, (…)

    **Almoço Vegetariano de partilha

    Sugere-se a todos os participantes a levarem para partilhar entre todos uma “multa” em comida Vegan. O Musas tem cozinha e bar, por isso é possível cozinhar por lá!!

    Para esclarecimentos sobre o ponto de encontro, enviem um email para francisco1000@gmail.com. E, claro enviem a confirmação de quem vai, nome, e que material e comida que levam para o almoço.

    Sem artigos relacionados.

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    http://www.acdporto.org/2010/12/02/1053/feed/
    José Rio Fernandes no Cidades pela Retoma http://www.acdporto.org/2010/11/29/jose-rio-fernandes-no-cidades-pela-retoma/ http://www.acdporto.org/2010/11/29/jose-rio-fernandes-no-cidades-pela-retoma/#comments Mon, 29 Nov 2010 12:18:35 +0000 Miguel Barbot http://www.acdporto.org/?p=1061
  • Vitor Silva no Cidades pela Retoma Já está também disponível no Porto em Conversa a apresentação...
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    foto_jose_rio_fernandesbmpO Vitor Silva já disponibilizou no Porto em Conversa o registo audio da intervenção de José Rio Fernandes no Cidades pela Retoma do Porto.

    A nossa página do evento, onde podem saber tudo o que se passou nos dois dias de conferência foi também actualizada.

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    http://www.acdporto.org/2010/11/29/jose-rio-fernandes-no-cidades-pela-retoma/feed/
    Rodrigo Cardoso no Cidades pela Retoma http://www.acdporto.org/2010/11/25/rodrigo-cardoso-no-cidades-pela-retoma/ http://www.acdporto.org/2010/11/25/rodrigo-cardoso-no-cidades-pela-retoma/#comments Thu, 25 Nov 2010 12:35:46 +0000 Miguel Barbot http://www.acdporto.org/?p=1049
  • Vitor Silva no Cidades pela Retoma Já está também disponível no Porto em Conversa a apresentação...
  • José Rio Fernandes no Cidades pela Retoma O Vitor Silva já disponibilizou no Porto em Conversa o...
  • Cidades pela Retoma As apresentações e conclusões do evento “Cidades pela Retoma”,...
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    Já está também disponível no Porto em Conversa do Vitor Silva, a apresentação do Rodrigo Cardoso, no Cidades pela Retoma. A nossa página dedicada ao evento foi também actualizada com esta hiperligação.

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    http://www.acdporto.org/2010/11/25/rodrigo-cardoso-no-cidades-pela-retoma/feed/
    Vitor Silva no Cidades pela Retoma http://www.acdporto.org/2010/11/22/vitor-silva-no-cidades-pela-retoma/ http://www.acdporto.org/2010/11/22/vitor-silva-no-cidades-pela-retoma/#comments Mon, 22 Nov 2010 12:16:51 +0000 Miguel Barbot http://www.acdporto.org/?p=1041
  • José Rio Fernandes no Cidades pela Retoma O Vitor Silva já disponibilizou no Porto em Conversa o...
  • Rodrigo Cardoso no Cidades pela Retoma Já está também disponível no Porto em Conversa do Vitor Silva,...
  • José Carlos Mota no Porto em Conversa [caption id="attachment_1037" align="aligncenter" width="498" caption="José Carlos Mota, fundador do Projecto...
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    n834224376_142638_5472Já está também disponível no Porto em Conversa a apresentação do Vitor Silva, autor desse espaço de cidadania, no Cidades pela Retoma.

    Vamos actualizando a nossa página dedicada a este projecto com as diversas intervenções dos dois dias da conferência no Porto.

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    http://www.acdporto.org/2010/11/22/vitor-silva-no-cidades-pela-retoma/feed/
    José Carlos Mota no Porto em Conversa http://www.acdporto.org/2010/11/18/jose-carlos-mota-no-porto-em-conversa/ http://www.acdporto.org/2010/11/18/jose-carlos-mota-no-porto-em-conversa/#comments Thu, 18 Nov 2010 12:27:52 +0000 Miguel Barbot http://www.acdporto.org/?p=1036
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    portoemconversa

    José Carlos Mota, fundador do Projecto Cidades pela Retoma.

    O Vitor Silva publicou no “O Porto em Conversa” um podcast com a intervenção do José Carlos Mota, fundador da iniciativa Cidades pela Retoma, num evento deste projecto realizado em Outubro no Porto.

    As outras intervenções irão ser publicadas a seu tempo e entretanto vamos “armazenando” os links na nossa página dedicada ao Cidades pela Retoma.

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    http://www.acdporto.org/2010/11/18/jose-carlos-mota-no-porto-em-conversa/feed/
    Regionalização 2.0- do Estado às fatias à Cidade-região http://www.acdporto.org/2010/11/10/regionalizacao-20-do-estado-as-fatias-a-cidade-regiao/ http://www.acdporto.org/2010/11/10/regionalizacao-20-do-estado-as-fatias-a-cidade-regiao/#comments Wed, 10 Nov 2010 15:58:25 +0000 Miguel Barbot http://www.acdporto.org/?p=1026 rc

    A ACdP recomenda este artigo do Rodrigo Viseu Cardoso preparado após a sua apresentação no Cidades pela Retoma.

    “Num momento em que as visões de cidade coerente e delimitada são substituídas por uma ideia de campo contínuo de urbanização difusa, e que a suspeita de que a economia-cidade digital torna irrelevante o espaço físico é confrontada com intervenções sobre o território mais pesadas e complexas que nunca, é importante considerar que a vitória das cidades ocorre ao mesmo tempo que a perda de protagonismo da cidade individual a favor de regiões urbanas mais amplas. O Porto, segunda cidade do país, é um caso particular de uma região urbana diluída, de centralidades múltiplas mas complementares, cuja relevância só ocorre na dinâmica de conjunto da cidade-região.

    A falta de poder gravitacional dos centros tradicionais gerou uma distribuição territorial apropriada para receber uma economia redesenhada em função de uma ‘sociedade sem centro e de um mundo sem arredores’ (Innerarity). Tendo em conta que as geometrias da política e da tomada de decisões estão hoje muito desajustadas deste território, propõe-se associar a visão regionalista a um conceito abrangente de ‘espaço urbano’ e construir um modelo de governação que veja a cidade-região como a real medida do território, para efeitos de coerência política e autonomia económica.”

    Ler artigo completo.

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    http://www.acdporto.org/2010/11/10/regionalizacao-20-do-estado-as-fatias-a-cidade-regiao/feed/